Escolher o país errado é pior do que não escolher nenhum.
Depois de anos estruturando patrimônios internacionais, uma coisa ficou clara: não existe país perfeito. Existe combinação perfeita.
Três jurisdições, cada uma com uma função específica, formam uma arquitetura onde seu patrimônio deixa de depender de um único país.
Internacionalizar errado é caro. Estruturar certo, uma vez só, é definitivo.